quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Festival de Inverno de Garanhuns 2010 - Continuação

...Bem, após essa sessão de fotos nos sentamos na grama da praça e continuamos tocando nossos violões, sanfona e triângulo de maneira pacata e mais relaxada. Após um bom tempo decidimos seguir nosso rumo e fomos, a pé, rumo a algum lugar que ainda não sabiamos qual era. Fomos para um parque onde havia uma movimentação intensa, pois era um dos pólos do festival. Inicialmente vivemos algo que foi marcante na viagem: no nosso caminho encontramos uma banda instrumental tocando o velho e tradicional rock 'n roll. Daí nos aproximamos e começamos a interação com os músicos da banda. Elias fez um solo de sanfona, em fiquei fazendo baixo no violão, porém o volume acho que não foi suficiente para alguém ouvir, até mesmo eu, mas estávamos no tom certo, se bem lembro era em Bb (si bemol) e a interação foi cômica e rendeu bons comentários. Em seguida fomos a praça de alimentação, lá mais acontecimentos nos esperavam. Na dúvida do que comer perguntamos à algumas garotas o que elas achavam do pastel que estavam comendo e com simpatia nos responderam e, curiosamente, perguntaram donde vinhamos. Pronto. O suficiente para jovens com hormônios a flor da pele puxarem conversas. Conhecemo-nas e até perdi a fome. Foi um papo curioso e engraçado. Uma das garotas elogiou a todos nós, elas estavam em três. Mas para quem está ansioso nesta leitura ninguém ficou com ninguém, restou apenas o contato e a provável volta à Garanhuns pode completar esse encontro inusitado. Voltando para casa encontramos, enfim, Flávio, que desde de nossa chegada havia sumido. Ele estava acompanhado do grande Irving. Organizamos nossas coisas e infelizmente era chegada a hora de partirmos, mas antes um pit-stop na casa de Íris, dessa vez levamos Marcos e Symara para firmar mais nosso contato em terras desconhecidas. Comemos, registramos o depoimentos de todos os membros ali presente, porém até hoje não tenho notícias deste registro (kkkk).
Bem, após toda aquela despedida triste/alegre tivemos de entrar na Kombi e retornar a nossa realidade fatídica e ilusória. No posto antes de reabastecer a Komboza tiramos mais algumas fotos para registrar esse momento tão feliz na vida de cada um de nós. É, entramos na kombi e não podiamos mais tardar a volta e voltamos cansados e exaustos dessa aventura. Espero que tenham gostado do artigo e até as próximas aventuras.

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